Miserável: “Se eu tivesse muito dinheiro, doaria tudo pra caridade.”
Pobre: “Preciso ganhar logo na mega-sena!”
Classe média: “Não precisa ser rico. Só precisa viver bem.”
Rico: “Ah, mas dinheiro não é tão importante assim.”
Miserável: “Se eu tivesse muito dinheiro, doaria tudo pra caridade.”
Pobre: “Preciso ganhar logo na mega-sena!”
Classe média: “Não precisa ser rico. Só precisa viver bem.”
Rico: “Ah, mas dinheiro não é tão importante assim.”
Observe como um assunto sério e confessional pode virar algo nonsense:
Não lembro o diálogo inteiro, mas lembro o teor da conversa que tive com uma amiga: o que ela espera de um bom homem.
Disse que seu macho tem que ser esperto. Mas como assim, esperto?
“Ah, se por exemplo eu quiser comer alface às 2 da manhã, ele vai achar o alface de qualquer jeito pra mim. E se não achar, vai rodar a cidade inteira pra achar e vai acabar conseguindo vários tipos de alface, mas não vai voltar pra casa sem um pé que eu goste.”
“Porque ele sabe A IMPORTÂNCIA DO ALFACE PRA MIM.”
Aprendi com a diretora de arte lá da agência:
# Como organizar seu lanche do McDonalds pra ocupar menos espaço na mesa:
a) abra a caixinha do hamburguer até ela ficar em 180°,
b) derrame as batatas na tampa dela, deixando o hamburguer ao lado.
c) jogue a caixinha original das batatas (aquela vermelha, que nunca pára em pé) no saco de onde veio seu lanche.
d) Pronto: agora você tem uma caixa de hamburguer que serve também pras batatinhas não ficarem caindo, e tem espaço o bastante para botar o seu cotovelo na mesa.
Ainda não entendi por que paulistanos sobem ou descem os degraus das escadas rolantes. Que já foram feitas pra fazerem isso por nós.
- Mãe e esse suco “Ponchito” de laranja, aqui? Perto dele o Xtapa até natural.
- Mãe, tem coisa mais de mulherzinha do que Polenguinho light?
- Mãe, as suas almôndegas são melhores do que essas do supermercado. E olha que as suas nem são feitas de carne!
- Mãe, quando é que acaba essa novela das 8? Não aguento mais ouvir esses “arebaba”, “arebaguandi”, no meio da rua.